
É triste ver como tantas comunidades católicas ainda persistem em secularizar as festas de seus padroeiros promovendo bailes e shows com músicas que vão de encontro com a fé que professamos, vendendo e/ou permitindo a venda de bebida alcoólica, que atrai a as drogas ilícitas, a prostituição e a violência, podendo facilmente se tornar (como já presenciamos) cenário de tiroteios e assassinatos.
Já imaginou se no dia de São Pedro a Praça Principal do Vaticano se tornasse palco de música profana? Se o papa mandasse vender vinho e cerveja para arrecadar fundo para a reforma da basílica? Não seria um escândalo? Por que então persistir no erro se é dever das igrejas locais seguirem o exemplo de Roma?
Uma comunidade que promove uma festa com os atributos citados acima tem de ter a consciência de que, de forma alguma, está promovendo uma festa religiosa, mas sim uma confraternização secular. Sendo as conseqüências dela, seculares, e não religiosas.
Se alguém gosta da ideia de ver jovens bebendo, se drogando, se prostituindo e se matando, monte barraquinhas de bebida alcoólica no seu bairro, na sua rua, na sua casa... e assuma as consequências dos seus atos, mas não profane o nome dos nossos grandes santos tampouco da Santa Igreja Católica com esses eventos vergonhosos.
A missão da Igreja é evangelizar, celebrar os sacramentos e cuidar dos pobres e injustiçados. Vender bebida e promover a violência não é papel de cristão, tampouco da Igreja de Cristo.






